sábado, 24 de junho de 2017

Plano de aula 10/05/2017 
Duração: 01 aula.

Escola Municipal de Traçadal
Turma: Educação Infantil 2º Período
Rio Pardo de Minas MG

Gabriela Martins Ruas

Objetivos:
  •  Valorizar o papel da mãe
  •  Estimular a construção de laços afetivos entre filhos e mães;
  •  Brincar expressando emoções, sentimentos, pensamento, desejos e necessidades;
  •  Ampliar a criatividade;

                 Metodologia e conteúdos
  • Linguagem oral e escrita
  • Oração para a mamãe
  •  Roda da conversa sobre as mamães ( nome, o que faz, cor dos cabelos etc).
  • Desenhar a mamãe;
  •  Música: Como é grande o meu amor por você. ( vídeo “Como é grande o meu amor por você Mãe) 
  • Grafismo
  • Produção de cartaz coletivo ( Recorte de figuras alusivas ás mães)
  •  Exposição e apreciação de todos.
  • Tarefa
  • Recortar palavrinhas iniciadas como a primeira letra de “Mãe.”








sexta-feira, 5 de maio de 2017

O TRADICIONAL CRUZEIRO DA ESCADARIA DE RIO PARDO DE MINAS


Foto retirada do blog"Rio Pardo de Minas"


A paisagem escolhida foi o cruzeiro da escadaria de Rio Pardo de Minas que tem por volta de 150 anos, esse cruzeiro tem um valor afetivo pra mim, pois sempre passei por ele para ter acesso ao centro da cidade, onde ia a feira  livre, e sempre fiquei intrigada com a história de como foi feito, porém até hoje não se sabe ao certo como foi construído, apesar de que existem várias lendas sobre a construção do mesmo. Uma delas é que ele teria sido feito por escravos que viviam na região, pois alguns símbolos que foram cravados na madeira remetem a tempos antigos de escravidão, outros dizem que  um cigano chamado Kino/Quino  usava mulas como transporte para revender seus produtos na vila e por ter  uma aparência muito atraente chamava a atenção das mulheres. Os homens tinham muito ciume, e devido a isso um deles matou um dos melhores animais que o cigano  possuía, apos isso Kino enterrou a cabeça do animal próximo o cruzeiro e "amaldiçoou" a vila dizendo que ela nunca prosperaria.Vale ressaltar que são lendas e não existem provas do acontecido.
Cruzeiro de RPM 2013


Hoje o cruzeiro é considerado patrimônio histórico da cidade junto com a escadaria que foi construída embaixo dele, as mudanças são significativas, em volta dele foi feita uma praça com jardins, e uma sorveteria próxima,é um lugar tranquilho, ótimo para observar a paisagem durante o dia, infelizmente devido ao descaso público a iluminação a noite é precária causando riscos a população que por lá passa. 
Paisagem vista do cruzeiro de Rio Pardo de Minas. 

Referências : http://rio-pardodeminas.blogspot.com.br/2014/12/rio-pardo-de-minas-fotos.html

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

 Diário da construção da lógica de raciocínio utilizada na elaboração do meu artigo:
A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTIFICA NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL.


                   Procurei o conhecimento sobre o assunto escolhido, no caso, A Importância Da Pesquisa Cientifica Na Formação Profissional. Obtive os conhecimentos através de pesquisas em diversos conteúdos da área para conhecer ao máximo o que já foi falado sobre o tema, além disso, realizei um levantamento de publicações que podem ser utilizadas para dar base ao meu artigo.
                   Em seguida comecei a pensar na pesquisa científica em si: identificar o problema, rever a literatura, planejar uma estratégia de como investigar o problema, realizar a pesquisa experimental e teórica necessária, comparar os resultados com a literatura, interpretar os dados.
                   Comecei a escrever, embasando os dados obtidos com as referências pesquisadas e assim redigindo o texto do artigo.

                   

domingo, 16 de outubro de 2016

Atividade V - Unidade 3

Análise
Ao analisar a charge notei que a professora trouxe a tona as antigas formas de medir o  tamanho de alguma coisa desejada,é interessante trabalhar com a ideia de que independente do tamanho do sapato que usaremos
na medição o tamanho da coisa a ser medida não muda, daí a necessidade de ensinar a medida convencional. 

 Utilizam-se alguns instrumentos de capacidade e volume, como copos, jarra, e balança. Usando estes instrumentos, principalmente o copo, os alunos conseguem assimilar e compreender a capacidade de um recipiente.
As aulas práticas, onde os alunos se interagem melhor são grandes aliadas do professor, pois os alunos podem compreender melhor os conteúdos.

Essa charge propõe uma situação, onde os alunos terão noções de espaço, tendo eles que partir de um ponto para chegar a outro.
Observei que não tem uma resposta exata, pois o trajeto da biblioteca até a escola pode ser diferente.
Esta atividade estimula os alunos a pensarem, criando uma grande interação entre eles.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Pedagogia Social - A Pedagogia em Espaços não-escolares.




Pedagogia social é a alternativa de educação nos espaços não escolares, visando incluir socialmente todos que a educação formal não alcança, tais como a população indígena, os quilombolas, a população rural, a mulher, a criança e o adolescente, o idoso, o preso, a população de rua e os portadores de necessidades educativas especiais. 
A pedagogia social é uma disciplina pedagógica ou, se preferir, uma das ciências da educação (MERCES, 2003). A educação social, portanto está inserida na ordem da prática, dos fenômenos e dos processos. A pedagogia social de rua traz a visão dos significados sociais que grupos diversos manifestam em suas diferenciadas situações.(...) O objetivo da pedagogia social de rua, não é manter a criança na rua, mas educá-la para que esta possa optar pela “desrualização”, esta é de certa forma uma contra-pedagogia que busca irromper uma nova cultura, que parta do cotidiano daqueles que elegem forçosamente a rua como morada.
(...)A pedagogia social de rua por possuir especificidades, ainda é muito incompreendida, pois assume uma postura aberta, diferenciada de educação, o processo educativo acontece em espaços não formais dirigidos a grupos especiais, que em sua grande parte não são considerados como cidadãos possuidores de direitos pela sociedade que os cerca. ( Paiva, 2005. p. 3) “

         No Brasil, quando falamos sobre pedagogia social é indissociável o nome de Paulo Freire, que em sua obra “Pedagogia do Oprimido” (2005), vem propor uma educação popular emancipadora que tem como prática a liberdade para precondição da vida democrática. Em meados das décadas de 80 e 90 com o surgimento de entidades governamentais e não-governamentais destinadas a crianças e adolescentes, intensificaram-se iniciativas sociais em parceria entre o público e privado, passando a não ser encarada apenas como responsabilidade exclusiva do Estado, tendo assim maior participação dos mais diversos núcleos sociais nas questões de interesse da sociedade em geral. Ao contrário do que muitos pensam a pedagogia social não é simplesmente entretenimento, mas dispõe de objetivos específicos a serem alcançados no lugar que está implantado. Como percebemos ao observar trabalhos desenvolvidos nestas organizações a atuação na pedagogia social não difere em termo didático da pedagogia formal, pois esta procura em sua intervenção identificar os problemas daquela comunidade e buscar alternativas para superá-los, a pedagogia social ganhou espaço significativo com as ONGs, onde muitas destas têm o papel educacional englobado em sua práxis. A palavra ONG teve titulação com o reconhecimento destas instituições não governamentais pela ONU (Organização das Nações Unidas) em meados dos anos 90. Correa(2011), afirma que o cenário das ONGs hoje envolve trabalhos sociais organizados sem fins lucrativos, voluntárias e possuem relações com as questões locais, com características de ações solidárias destinadas as pessoas excluídas do direito pleno a cidadania. Nestas organizações o pedagogo assume papéis que passam pela elaboração e execução de projetos e ações, com objetivo de fornecer um suporte pedagógico adequado.
   
   O trabalho realizado pelo pedagogo social não é fácil, ele assume também a responsabilidade de promover uma educação integral que venha atender a todos que estão ali presentes no meio social (na rua), visando o pleno desenvolvimento da pessoa para a construção e prevalescência da cidadania. Então, há uma responsabilidade muito grande, porque formar pessoas não é uma tarefa simples, daí a necessidade de sempre estar em busca de novos conhecimentos e estratégias para que seja possível alcançar os objetivos propostos e que essa educação integral forneça meios, os capacitem para ingressarem no mercado de trabalho e na sociedade.

Referências: 

Pedagogia Social: A Atuação do Pedagogo em Ambiente Não-Escolar
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005, 42.ª edição.
GRACIANNI, M. S. S. Pedagogia social de rua: análise e sistematização de uma experiência vivida. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 1997. (Coleção prospectiva)
OLIVEIRA, Walter Ferreira de. Educação social de rua: As bases políticas e pedagógicas para uma educação popular. Porto alegre: Artmed, 2004

segunda-feira, 30 de novembro de 2015



       LINGUAGEM MATEMÁTICA  E A LÍNGUA MATERNA

                   É possível afirmar que linguagem e matemática são correspondentes: “ambas se tornam possíveis pela mesma característica do cérebro humano” (DEVLIN, 2004, p.37); pois é justamente esse pensar desconectado, a respeito de entes abstratos, a condição necessária ao desenvolvimento do pensamento matemático. Sob esse aspecto, Matemática e Língua Materna possuem a mesma raiz, a mesma origem; “a capacidade matemática é nada mais do que a capacidade linguística usada de maneira ligeiramente diferente” (DEVLIN, 2004, p.37).
       Segundo Machado (2001, p.9) Língua Materna seria “entendida como a primeira língua que aprendemos”. Sendo assim a língua materna se forma com a necessidade de expressão e comunicação do pensamento. ZUCHI (2004, p.49) quando afirma que para comunicar-se “um dos meios mais eficientes que [o homem] conhece e de que dispõe é a linguagem”. Por meio da linguagem a criança é exposta ao conhecimento humano e adquire conhecimentos sobre o mundo que a rodeia. (FREITAS, apud ZUCHI, 2004). 
       “Considera-se então, que desde muito cedo, Matemática e Língua Materna estão presentes em nossas mentes, constituindo nossos fundamentais sistemas de representação, dos quais lançamos mão para interpretar a realidade. Letras e números fazem parte do ferramental cognitivo humano como entes complementares, cooperantes”. (PCN; 1997)
       “No limiar do raciocínio, Matemática e Língua Materna apresentam-se associadas, interdependentes. Entretanto, apesar de comungarem da mesma fonte, de compartilharem a mesma raiz, Matemática e Língua Materna, enquanto disciplinas acadêmicas acabam por tomar direções opostas, pois desde o início do processo escolar percebe-se, em nível de senso comum, uma ênfase nos aspectos que separam as duas, em detrimento, sobretudo, da Matemática que aparece quase como a vilã da história. Nesse sentido, a imagem de duas semi-retas com mesma origem e sentidos opostos pode representar as imagens desses dois saberes, em âmbito escolar, próxima relação a ser tratada”. (PCN; 1997)
“Desse modo, podemos considerar que, desde a mais tenra idade, Matemática e Língua Materna permeiam nossas mentes, constituindo nossos fundamentais sistemas de representação, dos quais lançamos mão para interpretar a realidade. Letras e números fazem parte do ferramental cognitivo humano como entes complementares, cooperantes. No limiar do raciocínio, Matemática e Língua Materna apresentam-se associadas, interdependentes”. (COURA 2006)
       Desta forma, o uso da linguagem matemática desvinculada dos processos de comunicação, entre professores e alunos constitui-se num problema para o processo de ensino e de aprendizagem, no contexto escolar. Para que isso não ocorra o professor deve criar mecanismos capazes de explorar os materiais auxiliares, mostrando ao aluno a importância da Matemática no dia a dia da sociedade, consistindo numa importante forma de linguagem.
           Partindo dessa ideia de ensino por meio da linguagem Matemática, utilizaremos a contextualização e a interdisciplinaridade visando o desenvolvimento de técnicas, competências e habilidades, com a finalidade de capacitá-lo a compreender e interpretar novas situações.
                   Além disso, é preciso usar uma linguagem coloquial que se aproxime da realidade dos alunos, isso não impede que se trabalhe com a linguagem adequada à matemática, desde os anos iniciais, o professor precisa criar estratégias para que as duas linguagens sejam usadas, a materna e a matemática.
             






Referências

B823P BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: matemática / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997. 142p. 1. Parâmetros curriculares nacionais. 2. Matemática: Ensino de primeira à quarta série. I. Título. CDU: 371.214

COURA, Flávia C. Figueiredo. (2006). Matemática E Língua Materna: Propostas Para Uma Interação Positiva. 13p. Programa de Pós-graduação em Educação Faculdade de Educação - Universidade Federal de Minas Gerais. Disponível em:<http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/2010/artigos_teses/MATEMATICA/Artigo_Coura.pdf>. Acesso em 30/11/15.  

 DEVLIN, Keith J. (2004). O gene da matemática: o talento para lidar com números e a evolução do pensamento matemático. Tradução: Sérgio Moraes Rego. Rio de Janeiro: Record.
MACHADO, Nilson J. Matemática e língua materna. 5 ed. São Paulo, SP: Cortez, 2001.


ZUCHI, Ivanete. A importância da linguagem no ensino de matemática. Educação Matemática em Revista, n.16, p. 49-55, ano 11.